Terceirizados da empresa MR no Hospital Roberto Santos param por falta de pagamento e cobram da Sesab
Trabalhadores dos setores de asseio e conservação que prestam serviço pela empresa MR no Hospital Roberto Santos, em Salvador, pararam suas atividades nesta quinta-feira (16) por falta de pagamento dos salários em plena véspera de Natal e Ano Novo. De acordo com a direção do SindilimpBA, a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) não cumpre com a responsabilidade de pagar a empresa e os profissionais estão indignados com a situação diante da dificuldade que está sendo com a sequência da pandemia.
“Falta de pagamento é uma questão absurda no final de ano, ainda mais diante dessa pandemia que não acaba mais. Os profissionais estão parados e vão ficar assim até uma solução do governo estadual. Os seguranças, por exemplo, estão indignados e odeiam o governador, sendo que Rui Costa não tem responsabilidade direta nisso. Mas é complicado explicar isso para quem está sem receber seus vencimentos”, salienta a coordenadora-geral do SindilimpBA, Ana Angélica Rabello.
Um dos trabalhadores da empresa MR explica que, além dos seguranças, o pessoal da limpeza também estão indignados “porque ninguém faz nada por eles”. De acordo com as informações apuradas pelo sindicato, “tem gente comprando recibos para apresentar em Secretarias e aplicar calotes”. “Estamos no caos, vigilante ganhando salário mínimo e todos os terceirizados reclamando da gestão. Porque o maior empregador é o governo do estado e está alimentando os picaretas e sonegadores”, conclui o profissional que preferiu não se identificar.
As informações são de assessoria.
SindilimpBA cobra do governo aplicação da Lei Anticalote e quer pagamento dos dias trabalhados de profissionais
Nem mesmo a fiscalização e a Lei Anticalote foram suficientes para evitar que a empresa Wold Service deixasse de pagar os 17 dias trabalhados dos profissionais de limpeza, conservação e jardinagem que atuam no Comando Atlântico da Polícia Militar da Bahia. A informação é da direção do SindilimpBA que cobra do governo estadual a aplicação das normas para evitar que os trabalhadores fiquem no final de ano sem salários e décimo terceiro. Nesta terça-feira (23), o sindicato pediu mediação do processo junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT) para que a situação seja resolvida imediatamente.

“É uma vergonha o que está acontecendo neste governo. Não acredito que o governador Rui Costa tenha conhecimento desse calote que a empresa Wold Service quer aplicar nos trabalhadores que prestam serviço para a Secretaria de Segurança Pública. Cadê os secretários de Administração e da Segurança que não tomam a frente para resolver isso? Os profissionais vão ficar sem seus vencimentos e sem seus dias trabalhados? Isso é exploração e um crime trabalhista que não pode faltar solução. O SindilimpBa vai continuar cobrando até que a situação seja resolvida”, declara a coordenadora-geral do sindicato, Ana Angélica Rabello.
Para a direção da entidade, a empresa não quer negociar e não apresenta uma solução para a questão. O SindilimpBA explica que o final de ano é um momento onde os trabalhadores recebem benefícios de seu trabalho do ano todo. “Estamos indignados com essa situação. O calote é na cara dura. Não temos como caminhar desse jeito, o governo precisa intervir e punir a empresa. Ela não tem condições de assumir contrato algum mais. Acaba o contrato e eles dão calote nos trabalhadores. Isso é um absurdo e não vamos descansar até que a situação seja resolvida. Ainda estamos em pandemia, as pessoas estão se arriscando indo trabalhar e precisam receber”, completa Ana. As informações são de assessoria.
INFORMATIVO FÁCIL SERVIÇOS
PROCESSO Nº 0001067-74.2014.5.05.0024

O SINDILIMP/BA, no uso de suas atribuições estatutárias, VEM INFORMAR que é falsa a informação que circula entre os ex-colaboradores da Fácil Serviços, que prestaram labor nas dependências da UFBA, de uma lista com valores.
Toda e qualquer informação será prestada aos substituídos pelos meios oficiais de comunicação do sindicato, a exemplo do site, e informativos que vem diretamente dos diretores.
Como é de conhecimento de todos, no processo em questão, a UFBA não foi condenada, de modo que o sindicato vem tentando buscar bens da empresa e de seus sócios.
O substituído pode comparecer a sede do sindicato, às segunda e quintas-feiras, das 08:30 às 10:30, oportunidade que encontrará advogado nas dependências do sindicato e poderá tirar suas dúvidas.
Nos deixamos à disposição para eventuais esclarecimentos.
Trabalhadores de asseio e conservação em São Francisco do Conde recebem salários atrasados e SindilimpBA mantém negociações
A Empresa Viverde pagou os dois salários atrasados dos trabalhadores de asseio e conservação que atuam para a prefeitura do município de São Francisco do Conde, na última quinta-feira (11), três dias após vencer o prazo acordado com o SindilimpBA. Essa informação foi confirmada pela direção do sindicato nesta sexta-feira (12) e aponta que ainda mantém negociações para que as férias também sejam urgentemente resolvidas pela empresa.

“Depois de muito desgaste e protesto dos trabalhadores, a empresa resolveu fazer o pagamento. Agora, negociamos as questões envolvendo férias e benefícios. O pagamento foi feito na última quinta-feira”, reforça a coordenadora-geral Ana Angélica Rabello. Ela ainda agradeceu ao mandato do vereador de Salvador Luiz Carlos Suíca (PT) por ajudar nas negociações. “O mandato do vereador ajudou na negociação, e temos de falar dos trabalhadores, que tiveram coragem de fazer as manifestações”, completa Ana.
Os profissionais pararam suas atividades na última segunda (8) por falta de cumprimento do acordo pela Viverde. Esse acordo dizia que até a segunda os valores seriam pagos, o que não foi feito. No entanto, três dias após, a empresa resolveu a situação e os trabalhadores retomaram as atividades e aguardam as respostas sobre as férias. “Vamos acompanhar todo o processo, é fundamental que esses profissionais tenham seus direitos garantidos”, sintetiza Ana Angélica. As informações são de assessoria.
Trabalhadores de asseio e conservação têm dois meses sem salários e param as atividades em São Francisco do Conde
Ao menos 300 trabalhadores de asseio e conservação do município de São Francisco do Conde, na Região Metropolitana de Salvador, pararam as atividades devido à falta de pagamento de salário e benefícios pela empresa Viverde. Nesta quinta (4) e sexta-feira (5), os profissionais organizam ações e tiveram apoio central do SindilimpBA, que já pediu mediação no Ministério Público do Trabalho (MPT) para que a questão seja resolvida urgentemente.

“São pais e mães de família que ainda estão enfrentando o processo duro que é a pandemia. Além de arriscarem a vida cotidianamente, indo para o trabalho e enfrentando as adversidades, os trabalhadores estão enfrentando dívidas, doenças e o salário é precioso neste momento tão delicado. Pedimos a intervenção do MPT para garantir os direitos dos profissionais, até porque eles estão organizados e pediram o apoio do sindicato”, salienta a coordenadora-geral do SindilimpBa, Ana Angélica Rabello.
Sobre a manifestação desta sexta, o sindicato diz que os trabalhadores marcaram um protesto na frente da prefeitura para pressionar o pagamento dos salários atrasados e regularização dos benefícios. “É constrangedor para todos. A empresa dificulta as negociações, a prefeitura não responde e os trabalhadores e trabalhadoras que ficam sem seus recursos. Com esse ‘novo normal’ por causa da covid-19, ficar sem salário nunca foi uma opção para esses profissionais”, completa a sindicalista.
Ascom do SindilimpBA
Sindilimp pressiona e trabalhadores de limpeza urbana ameaçam parar próxima terça
Sindicato pressiona e trabalhadores de limpeza urbana ameaçam cruzar os braços

Os trabalhadores de limpeza urbana de Salvador podem paralisar a partir da próxima terça-feira (26). Segundo a coordenadora-geral do sindicato, Ana Angélica Rabello, a categoria continua insatisfeita com a falta de reajuste dos salários dos profissionais. A negociação está travada e o pedido dos trabalhadores é de reajuste de 9%.
“A partir do dia 26 a cidade pode não ter coleta. A situação está insustentável. Os trabalhadores não saíram das ruas ainda por conta da pandemia. Mas a qualquer momento pode estourar uma paralisação. Hoje foi o dia todo de negociação. Já tivemos reunião no MP e vai ter outra no dia 25. O sindicato tem tentado negociar a data-base. Infelizmente as negociações não avançaram”, contou Ana Rabello.

Ainda conforme a coordenadora, a campanha salarial dos trabalhadores de limpeza urbana de Salvador é debatida entre o SindilimpBA e o sindicato patronal desde maio. Já foram feitos diversos debates sobre as demandas com as empresas e representantes de órgãos públicos.
“As empresas têm alegado que desde a última gestão de ACM Neto não têm tido os reajustes previstos no contrato. Não é admissível essa situação. Tivemos 15 reuniões com o patronal e não conseguimos evoluir tanto. Os trabalhadores estão cansados com tudo isso”, finalizou.
SindilimpBA segue com a campanha nacional de conscientização da importância do diagnóstico precoce contra o câncer de mama

A sede do sindicato expõe o cuidado e a atenção que a direção tem com o assunto. É fundamental que todas as mulheres tenham acesso e se cuidem. A saúde faz parte da nossa natureza!
Hoje ocorrerá a 16ª Plenária Nacional de organização e unidade para lutar

Hoje tem debates com membros do movimento sindical de todo o país. E o melhor, vamos poder ouvir o ex-presidente @Lula, que participa da 16ª Plenária Nacional de organização e unidade para lutar. O evento será on-line e começa às 19h. A direção do SindilimpBA tem presença confirmada e também participa das homenagens aos sindicalistas João Felício e Kjeld Jakobsen. Esse encontro, promovido pela @CUT, é sequência de debates e o SindilimpBA também quer homenager os diretores Edvaldo Rocha e Édson Conceição, que faleceram por conta da pandemia de covid-19. Édson e Edvaldo, presentes! Estamos juntos por um Brasil sem Bolsonaro! #CUT #Bahia
SindilimpBA pede reunião com prefeitura de Lauro de Freitas para secretário apresentar proposta da data-base de limpeza urbana
Após a invasão do secretário de Serviços Públicos de Lauro de Freitas, Anderson Pinheiro Santos, ao posto de atuação do SindilimpBA no município da Região Metropolitana de Salvador, a direção do sindicato pediu uma reunião com a prefeitura para que o titular da pasta apresente sua proposta da data-base de limpeza urbana. Em negociação há mais de dois anos, o assunto voltou ao topo dos debates esta semana. É que Anderson Santos entrou na base do sindicato cobrando a negociação que, teoricamente, depende de uma posição das empresas, da pasta e da prefeitura local. O SindilimpBA explica que a negociação está travada e que o pedido dos trabalhadores é de reajuste de 8%, seguindo o índice de inflação do país.

“Precisamos ouvir a proposta do secretário e da prefeitura. As negociações estão atrasadas devido à morosidade que o assunto é tratado pelo patronato e pelas contratantes. Tivemos um ganho substancial no ano passado envolvendo os tickets de alimentação, mas os trabalhadores e o sindicato aguardam o aumento salarial seguindo o índice de inflação. Nada além disso. É um assunto que é preciso ser tratado da melhor forma possível. Os profissionais de limpeza não pararam durante a pandemia, inclusive sendo direcionados a fazer mais do que deveriam. Então, é preciso mais responsabilidade no trato sobre o assunto e mais transparência. Assim não ‘jogamos para o público’ uma situação importante e que precisa de uma resposta imediata”, explica a coordenadora-geral do SindilimpBA, Ana Angélica Rabello.
A direção do sindicato também rebateu as acusações do secretário Anderson de que a entidade “não faz nada para defender os trabalhadores” e que “os profissionais não estariam sendo representados”. Os membros do sindicato repudiaram as frases do titular e cobraram a proposta dele para que as negociações sejam retomadas. “É um processo demorado. Tivemos mais de 15 reuniões com as empresas e chegamos a pedir uma mediação ao Ministério Público do Trabalho [MPT], que já teve duas reuniões, inclusive com registros. E a última aconteceu na quarta-feira [13 de outubro], onde a promotora foi sensível com a nossa causa, devido ao histórico dos trabalhadores não terem parado durante a pandemia, por isso chamou tanto a atenção essa ‘investida’ do secretário contra o SindilimpBA”, completa Ana.

